quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

O grande vencedor!!














Depois de dois meses de trabalho, os candidatos do Concurso Futuro Legal poderão conhecer o ganhador!!

As apresentações aconteceram no dia 27 de janeiro, no auditório da DEC com a participação de um júri composto por 5 pessoas - Marcello da DEC, Andre Matarazzo da Gringo, Sr. Romeu, um dos fundadores do Clube, Josélio, pai de um cotista do Clube e Bárbara, de 15 anos, cotista do Clube.

As apresentações foram consistentes e impressionantes. Foi díficil para o júri pontuar. Ao final do evento anunciamos o prêmio: Um curso de Inglês, de 2 anos, financiado pela DEC Investimentos, para o ganhador e os demais ganharam cotas proporcionais ao depósito feito durante o ano de 2010.

Consideramos que todos são ganhadores por terem tido coragem, iniciativa, criatividade e atitude ao mostrar o que pensam e no que apostam. Para o Clube de Investimentos Futuro Legal, ter proporcionado este momento foi uma oportunidade de reconhecer os talentos que temos.

Reforçamos ainda que todos que participaram do Concurso, terão um dia especial na agência Gringo para aperfeiçoar seus trabalhos e com isso abrir portas e oportunidades. Em breve, organizaremos este dia. Aguardem notícias no blog!


Aos nossos candidatos: nosso muito obrigado e parabéns pelos trabalhos!!

Ao júri (Equipe DEC e 2º Júri):também transmitimos nosso agradecimento. A participação de vocês foi fundamental para escolhermos o ganhador com uma pontuação justa e equilibrada!!

E..... Finalmente nosso ganhador é: GABRIEL HORA DE SÁ!!

Muitos parabéns a esse grande talento e à sua dedicação!

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Curiosos??




Pessoal!!

Estamos chegando à reta final do concurso para definição da nova marca do Futuro Legal.... Seis candidatos estão na disputa e dia 27 de de janeiro vamos conhecer o grande vencedor!!

Compareçam!! Será às 16h, no auditório da DEC Investimentos, os trabalhos serão apresentados e um júri composto por 5 pessoas decidirá o ganhador.

Você que não participou, poderá prestigiar o seu colega.

Venha participar!!

DEC: Rua Viradouro, 63 - 4º andar, Itaim Bibi.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

As marcas estão em tudo!



Nos posts anteriores andamos falando de algumas marcas como inspiração para criação da nova marca do Futuro Legal... Acho que deu para sacar a importância que elas têm em nossas vidas certo??

Coca-cola, Mc Donald's, Volkswagen, Itaú, Bradesco, enfim... estes são só alguns exemplos de marcas que fazem parte do nosso dia a dia, ou seja, não é algo com o qual lidamos esporadicamente, mas que faz parte das nossas vidas.

Percebem como esse é um assunto muito mais comum do que imaginamos? Portanto, vamos arregaçar nossas mangas e soltar a imaginação, só temos 5 dias!!

Para se inspirarem devorem o conteúdo do blog:http://mundodasmarcas.blogspot.com/

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Curiosidades sobre o ano novo!



O Ano Novo passou a ser comemorado no dia 1° de janeiro à partir de 1582, quando as nações cristãs adotaram o calendário criado pelo papa Gregório VIII. Antes disso, festejava-se o recomeço do ciclo anual no período que equivale ao atual 23 de março (a comemoração durava 11 dias). Havia uma lógica para a escolha dessa data, feita pelos babilônios 2 mil anos antes da era cristã: o final de março coincide com o início da primavera no hemisfério norte (onde ficava a Babilônia), época em que novas safras são plantadas. Daí a idéia de recomeço. Foram os romanos que determinaram, aleatoriamente, que o Ano Novo deveria ser comemorado no dia 1° de janeiro.

O dia 1º de janeiro foi reconhecido como Dia do Ano Novo com a introdução do calendário gregoriano na França, Itália, Portugal e Espanha em 1582. O calendário gregoriano é quase universal. Mesmo em alguns países não cristãos, ele foi adaptado às próprias tradições ou adotado apenas para uso civil, mantendo-se outro calendário para fins religiosos.

As promessas feitas na passagem de ano, tão comuns e tão descumpridas, não são uma tradição recente. Os babilônios já as faziam há 4 mil anos. Mas em vez de resolverem levar uma dieta a sério ou parar de fumar, eles juravam de pés juntos que, tão logo acabassem as festas, devolveriam equipamentos de agricultura que haviam sido emprestados por amigos.

A tradição de usar um bebê como símbolo do Ano Novo foi adotada pelos gregos por volta do ano 600 a.C. Eles desfilavam com um bebê dentro de um cesto para homenagear Dionísius, o deus do vinho. O ritual era a representação do espírito da fertilidade, pelo renascimento anual de Dionísius.

Pular sete ondinhas e fazer sete pedidos assim que soa a meia-noite do Ano Novo é um costume brasileiro tão arraigado quanto vestir branco. A origem desses rituais está nas religiões africanas trazidas pelos escravos. O branco representa luz, pureza e bondade.

A festa de Bom Jesus dos Navegantes é realizada em Salvador, no primeiro dia do ano. A imagem de Cristo, em embarcação ornamentada e acompanhada por centenas de outras, cruza a baía de Todos os Santos.

A música mais famosa do réveillon brasileiro, Adeus, Ano Velho!, foi feita em 1951 por Chico Alves, com letra de David Nasser.

Todos os anos a comunidade nipônica de São Paulo (SP) realiza no dia 31 de dezembro a Motitsuki. Consiste em uma farta distribuição do moti, bolinho de arroz japonês. Faz parte da tradição comer o petisco no primeiro dia do ano para trazer sorte.

O último lugar do mundo a festejar o início de um ano novo é a Ilha de Samoa, no Pacífico.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Coca-cola!




A marca Coca-cola foi criada por Frank Robinson, que também desenhou à mão seu logotipo.

Robinson era contador e amigo de John Pemberton, que inventou o refrigerante em 1886, nos Estados Unidos.

Pemberton era farmacêutico e sua intenção não era exatamente criar um refrigerante, mas sim uma espécie de tônico para combater a dor de cabeça.

Cinco anos depois Pemberton vendeu os direitos de comercialização da Coca-Cola. Quem comprou foi um empresário chamado Asa Griggs Candler.

Muita gente diz que Pemberton fez besteira ao vender a fórmula. No entanto, quem entende do assunto, sabe que o sucesso não vem do sabor da bebida em si, mas sim do marketing.

Candler é considerado o grande gênio por trás da Coca-Cola. Foram suas táticas agressivas de propaganda popularizaram a marca.

Mesmo assim, ele não era infalível. Até 1894 a Coca-Cola era vendida somente em copos abertos de 237 mililitros, diretamente em pontos comerciais.

Foi neste ano que um comerciante chamado Joseph Biedenharn propôs a Candler vender a bebida em garrafas. Candler achou que não faria sucesso e, cinco anos depois, vendeu os direitos de engarrafamento por apenas um dólar.

Após a morte de Candler, seus filhos venderam as fábricas para um grupo de empresários liderados por Ernest Woodruff.

Cinco anos mais tarde o filho de Woodruff, Robert, assume a presidência da empresa. Também um gênio do marketing, assim como Candler, ele foi o responsável por popularizar a Coca-Cola no mundo todo.
Marketing incisivo

Uma das táticas usadas por Woodruff era espalhar o logo da Coca-Cola por todos os eventos possíveis. Ele era adepto de um marketing incisivo. Em uma de suas campanhas, por exemplo, enviou representantes da empresa de porta em porta para instalar um abridor de garrafas de parede, tudo grátis.

Aliás, a chegada da Coca-Cola no Brasil tem a ver com essa ousadia de Robert Woodruff. Durante a Segunda Guerra Mundial ele prometeu que todo soldado americano poderia comprar uma Coca-Cola pelo mesmo preço pago nos EUA (cinco centavos), independentemente de onde ele estivesse.

Por isso, com a instalação da base americana em Recife, na mesma época, a bebida chegou ao Brasil para fazer valer a palavra de Woodruff.

O primeiro slogan da marca no Brasil foi ?Coca-Cola borbulhante, refrescante, 10 tostões?.
Tinha coca?

É provável, mas não confirmado, que a primeira fórmula da bebida levasse folhas de coca em sua composição, além de noz de cola e caramelo. Por isso Robinson teria escolhido o nome Coca-Cola, composto pelas duas principais matérias-primas do refrigerante.

Mas por que incluir folha de coca na receita da bebida? Simplesmente porque a folha de coca tem grande eficácia no tratamento de enjôo e dor de cabeça. Basta lembrar que muitos dos habitantes dos Andes mascam a folha para evitar o soroche, mal-estar causado pela altitude.

Na época do surgimento da bebida (1886) era comum o uso dos princípios ativos da folha de coca em remédios.

Esses são dois dos argumentos que sustentam a possível inclusão dessa planta na fórmula original da Coca-Cola.

Cabe lembrar, mais uma vez, que essa possível inclusão existiria apenas nas primeiras versões da bebida, quando ela ainda tinha fins medicinais.

Atualmente não há no refrigerante nenhum ingrediente relacionado à folha de coca. Na verdade, até mesmo essa informação de que algum dia a fórmula da bebida levou folha de coca é questionável. A própria Coca-Cola não assume.

Existem os que dizem que só a noz de cola fazia parte da fórmula. O termo ?coca? teria sido inserido por Robinson simplesmente por ser sonoro e combinar com ?cola?.
Curiosidades

1. O termo Coke é um apelido, uma abreviatura da pronúncia em inglês da marca Coca-Cola.

2. A cada dez segundos, 126 mil pessoas consomem um produto da The Coca-Cola Company.

3. Coca-Cola faz mal? Desentope pia? Derrete um prego? Nada disso jamais foi provado.

4. A Sprite foi o segundo refrigerante lançado pela marca, 75 anos depois de sua fundação.

Fonte: Webinsider

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

!!!




Como anda esta criatividade???

Lembrando que dia 10 de janeiro é o prazo máximo da entrega... Do quê???
Da inscrição, do trabalho e da máquina fotográfica........

Local de entrega: olha a chance......

DEC Investimentos: Rua Viradouro, 63 4º andar, fone 3371-5328. Falar com Marcelo ou Rubens.

Até a próxima..........

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Centauro





A CENTAURO se transformou em uma vitrine para qualquer produto esportivo. Os mais recentes lançamentos de tênis, vestuário e equipamentos esportivos desfilam por suas prateleiras e displays, reunindo em um mesmo ambiente entretenimento e experimentação de produtos quando o assunto é esporte.
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A história
Tudo começou com Sebastião Bonfim Filho, um jovem de 28 anos e herdeiro de um varejista de tecido de Caratinga, interior de Minas Gerais, que tinha uma idéia na cabeça e apenas US$ 10.500 no bolso. Era início dos anos 80, consolidava-se nos Estados Unidos o interesse pela forma física e culto ao corpo e à saúde, e praticantes de running literalmente invadiam ruas e parques. Impressionado com o que viu no exterior, ele decidiu abrir uma loja de roupas e materiais esportivos, em abril de 1981, na vizinhança da badalada região da Savassi, em Belo Horizonte. A oferta de camisetas, calções, abrigos de moleton e tênis atraiu primeiro seus amigos, mas rapidamente a clientela cresceu. O jovem empreendedor escolheu o nome CENTAURO para seu novo negócio porque a criatura com corpo de cavalo e torso de homem tinha tudo a ver com o esporte. Soube depois que, na mitologia, os centauros eram monstros cruéis, mas não recuou e manteve o nome de sua loja. Com apenas quatro funcionários, a pequena loja já nasceu com propostas de trabalho muito bem definidas. Alta qualidade no atendimento, lançamento de produtos de vanguarda e padrão inovador nas instalações caracterizavam o empreendimento.

Mas o começo não foi fácil. No aprendizado sobre estoques o jovem empresário quase quebrou. Foi em 1982. Como o inverno do ano anterior havia sido rigoroso, o empresário entupiu seu depósito de agasalhos esportivos da Adidas. Só que o frio não veio. Com as duplicatas vencendo, ele chamou uma costureira e lhe pediu que cortasse as mangas de seis agasalhos. No dia seguinte, vendeu todas. Repetiu a dose com todas as peças. Em poucas semanas, liquidou o estoque de mil agasalhos. Ao saber do fato, um diretor da Adidas visitou a loja. “Gastamos milhares de dólares para desenvolver essa peça e o senhor manda cortar as mangas”, queixou-se ele, antes de deixar o local. Mas, no ano seguinte, a Adidas lançou uma linha de agasalhos de mangas curtas. Em 1983, a CENTAURO inaugurou sua primeira loja dentro de um shopping center. Nos anos seguintes, além de apostar na onda de cuidados com a saúde e o corpo, a CENTAURO firmou parcerias com grandes fabricantes esportivos para disponibilizar a seus clientes os mais modernos e avançados produtos. Em 1995, iniciou seu plano de expansão com a inauguração da primeira loja no Rio de Janeiro. A rede chegou a São Paulo, no fim de 1999, e iniciou uma transformação no varejo esportivo da capital.

Em menos de 20 anos, o empreendedor se transformou no maior vendedor de artigos esportivos do Brasil. Em 2000, saíam das gôndolas de suas lojas aproximadamente 200 mil pares de tênis Nike e outros tantos da Adidas. Pelas caixas registradoras passavam 1.3 milhões de clientes. Nesta época a CENTAURO inaugurou a primeira mega-store de artigos esportivos do país. Localizada no Shopping West Plaza, em São Paulo, eram cerca de 2.300 m², onde os consumidores podiam utilizar pequenas quadras de basquete, futebol e ringue de boxe – além de comprar produtos esportivos, é claro. A divisão dos produtos por modalidade esportiva foi outro modelo adotado pela rede. Os corredores da loja reproduziam uma pista de atletismo. O cliente passava do futebol ao tênis, do judô ao surfe, da ginástica ao esporte de aventura. Havia produtos com todo tipo de tecnologia e para todos os bolsos. Seguindo o exemplo de algumas grandes redes de livrarias e lojas de eletrodomésticos, a CENTAURO tinha um objetivo claro: proporcionar lazer aos clientes para que passassem o maior tempo possível na loja, e gastassem mais.

O sucesso deste conceito de loja foi tamanho, que a rede, em pouco mais de um ano, inaugurou mais cinco unidade em São Paulo. Disponibilizando aos clientes calçados esportivos das melhores marcas e produtos para futebol, natação, corrida, basquete, bike, surf, artes marciais, moda casual e fitness, a CENTAURO cresceu vertiginosamente a partir de 2006 inaugurando lojas em vários estados brasileiros. De 44 unidades, em pouco mais de quatro anos a CENTAURO quase triplicou de tamanho em número de unidades. Além disso, marcas consagradas como Nike, Mizuno e Adidas ganharam espaços exclusivos em suas lojas, o que aumentou ainda mais o fluxo de amantes do esporte a procura dos melhores equipamentos e materiais para praticar atividades físicas. Hoje em dia a marca CENTAURO também investe no esporte através do patrocínio de atletas como os tenistas Marcelo Melo, André Sá, Bruno Soares e do técnico Daniel Melo, além do judoca João Derly.

A loja conceito
Em 2008, a rede inaugurou sua primeira loja conceito no badalado shopping Cidade Jardim em São Paulo. O espaço trazia a marca da inovação, tanto na arquitetura e layout, quanto na gama de produtos oferecidos e no atendimento aos clientes. Suas paredes eram escamadas e a iluminação diferenciada garantia o charme da loja. Outro grande diferencial era a disposição da pista de atletismo, marca registrada da rede CENTAURO, que saia do chão, subia pelas paredes e espalhava-se pelo mobiliário. Em seus 515 m², além do mezanino com mais 212 m², estavam expostos os mais exclusivos produtos esportivos das mais consagradas marcas. A loja primava pela excelência e exclusividade. Oferecia artigos top de linha e lançamentos. A loja contava ainda com um lounge, onde era possível receber com conforto clientes e que podia ser utilizado também para eventos, como tarde de autógrafos, exposições ou outras atividades vinculadas ao esporte.

Dados corporativos
● Origem: Brasil
● Fundação: 1981
● Fundador: Sebastião Bonfim Filho
● Sede mundial: São Paulo, Brasil
● Proprietário da marca: Grupo SBF
● Capital aberto: Não
● Presidente: Sebastião Bonfim Filho
● Faturamento: R$ 1.1 bilhões (2009)
● Lucro: R$ 120 milhões (2009)
● Lojas: + 115
● Presença global: Não (presente somente no Brasil)
● Funcionários: 5.000
● Segmento: Varejo
● Principais produtos: Materiais e equipamentos esportivos
● Ícones: A pista de atletismo interna de suas lojas
● Slogan: Seu esporte, nossa paixão.
● Website: www.centauro.com.br

A marca no Brasil
Atualmente a CENTAURO, maior rede em artigos esportivos da América Latina, possui mais de 115 lojas espalhadas por 19 estados brasileiros, tendo São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro como seus maiores mercados. A maioria de suas lojas estão localizadas dentro de shopping centers.

Você sabia?
● Atualmente, a cada cinco anos, novos layouts e padrões visuais são definidos e todas as lojas, inteiramente modificadas.

As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Exame, Época Negócios e Veja), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing), e Wikipedia (informações devidamente checadas).

www.mundodasmarcas.blogspot.com